7 pontos a serem considerados antes de solicitar empréstimos estudantis

7 pontos a serem considerados antes de solicitar empréstimos estudantis
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7 pontos a serem considerados antes de solicitar empréstimos estudantis
Estudar nas melhores faculdades do mundo pode ser bastante dispendioso, e garantir recursos para o pagamento da mensalidade é, geralmente, uma grande preocupação do estudante uma vez que ele foi aprovado – seja para uma graduação, pós-graduação ou MBA no exterior. Além de contar com bolsas de estudos e com economias pessoais, muitos estudantes recorrem aos empréstimos estudantis.

Mas escolhê-los pode ser um desafio e, ocasionalmente, até arriscado. Abaixo estão alguns pontos a considerar antes de selecionar seu financiamento:

  1. É empréstimo internacional?

Os bancos, muitas vezes, têm restrições para fazer empréstimos estudantis internacionais. Além disso, você encontrará instituições bancárias no país de destino que estabelecem restrições de empréstimos bancários para estudantes universitários internacionais – exigindo, por exemplo, garantes e imóveis locais. Encontrar um banco que, no Brasil ou no exterior, autorize e facilite esses empréstimos estudantis internacionais é a primeira iniciativa.

  1. Taxas de juros: fixos ou variáveis?

Você pode encontrar dois tipos diferentes de taxas de juros: fixa e variável. A fixa é única para toda a duração do empréstimo e reembolso; já a variável é de acordo com flutuações do mercado. Mas qual é a melhor opção?

“Uma taxa fixa significa que você irá se beneficiar se as taxas de mercado atuais crescerem e a sua permanecer igual; por outro lado também significa que você não vai se beneficiar de pagar menos no caso de o mercado cair”, explica.

“Para estudantes universitários que planejam quitar seus empréstimos em um ou dois anos, uma taxa variável é provavelmente a opção ideal, principalmente porque eles provavelmente terão acesso a menores taxas de juros”, complementa.

  1. Taxa Anual Efetiva Global (TAEG)

Analisando além das taxas de juros, todos os empréstimos estudantis provavelmente oferecerão diferentes margens, taxas e tarifas antecipadas. A TAEG leva em consideração todas as variáveis ​​e os juros compostos, e as expressa em uma única porcentagem – possibilitando uma melhor comparação envolvendo as ofertas de empréstimo.

  1. Você consegue quitar?

É simples. Não realize um empréstimo no caso de você não saber se você consegue quitá-lo. Por isso, é crucial que você veja a empregabilidade e o salário médio dos graduados de todos os cursos que você deseja fazer. Especialmente, entre MBAs, esta informação é amplamente divulgada pelas instituições.

  1. Período de carência

Mesmo que as taxas de juros continuem acumulando em seu empréstimo neste período, ter um período de carência – ou “isenção de pagamento” – ao concluir o curso, possibilita que o estudante tenha algum tempo para se preparar, encontrar um emprego e se estabilizar antes de continuar o pagamento da dívida.

  1. Curto ou longo?

A maioria dos estudantes preferem empréstimos de longo prazo, devido à flexibilidade e as mensalidades menores. No entanto: “É muito melhor quitar sua dívida o mais rápido possível”. Quanto maior a duração da dívida, mais juros o aluno provavelmente irá pagar: usando uma duração de dez anos, por exemplo, o valor a ser pago pelo empréstimo pode dobrar, ou até triplicar, devido às taxas de juros.

  1. Agilidade do processo

É necessário levar em consideração a forma como o serviço é dado ao cliente – é ágil? Você consegue resolver suas dúvidas sem dificuldade? Mais do que isso, alguns credores terão um vasto leque de documentos, com testemunhas e garantes. Esses requisitos podem atrasar o processo de aprovação do empréstimo.



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